E se te disser que te amo?
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Lembras-te de nós? Sim… Éramos tão felizes, lembras-te do que nos fazia rir?
-Tudo, tudo nos fazia rir
- Riamos da minha pronuncia, da tu maneira de falar, riamos da nossa “cara”, riamos da maneira de agir diferente, riamos do jeito “estúpido” de discutir, da tua maneira própria de mandar f****. Das alegrias alcoolicamente estupidificadas, das maneiras desastradas que adoptávamos, dos pensamentos lunáticos que filosofávamos, dos pensamentos divagantes que caracterizava algumas de nós.
- Lembras-te?
- Lembro-me sim!
- E daquela união que vivíamos, ah, que saudade de sentir isso…era naquele circulo de irmandade e amor que me oferecia sentido de pertença e segurança e certezas em que sabia que podia fazer tudo e o mundo era nosso, sabias que tinha momentos em que quase saída de cena, só para tirar uma foto mental?
- Para eternizar.
- Sim. Tantas fotos que eu tenho.
-Lembro-me da sensação de não querer estar em mais sitio nenhum, sem ser contigo
-Connosco!
-Sim…estávamos connosco, quase como uma única peça, completávamos umas ás outras.Era tudo tão perfeito.
- Este sentimento de pertença, este amor, esta amizade, cumplicidade, esta união tão genuína como a água corrente do nosso manancial, Sei que não vou tê-lo com mais ninguém.
-Tudo, tudo nos fazia rir
- Riamos da minha pronuncia, da tu maneira de falar, riamos da nossa “cara”, riamos da maneira de agir diferente, riamos do jeito “estúpido” de discutir, da tua maneira própria de mandar f****. Das alegrias alcoolicamente estupidificadas, das maneiras desastradas que adoptávamos, dos pensamentos lunáticos que filosofávamos, dos pensamentos divagantes que caracterizava algumas de nós.
- Lembras-te?
- Lembro-me sim!
- E daquela união que vivíamos, ah, que saudade de sentir isso…era naquele circulo de irmandade e amor que me oferecia sentido de pertença e segurança e certezas em que sabia que podia fazer tudo e o mundo era nosso, sabias que tinha momentos em que quase saída de cena, só para tirar uma foto mental?
- Para eternizar.
- Sim. Tantas fotos que eu tenho.
-Lembro-me da sensação de não querer estar em mais sitio nenhum, sem ser contigo
-Connosco!
-Sim…estávamos connosco, quase como uma única peça, completávamos umas ás outras.Era tudo tão perfeito.
- Este sentimento de pertença, este amor, esta amizade, cumplicidade, esta união tão genuína como a água corrente do nosso manancial, Sei que não vou tê-lo com mais ninguém.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Feist - 1 2 3 4
BOM DIA AMOR
Para quando acordares, para começar melhor, para colorir um bocadinho o teu olhar, para roubar-te um sorriso,para bateres com a ponta do pé ou com a ponta dos dedos na mesa ao ritmo da música... para te dizer que te Amo.
BOM DIA
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
terça-feira, fevereiro 12, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Menina Linda...

Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Anda ver que lindo presente
A aurora trouxe para te prendar
Uma coroa de brilhantes para iluminar
O teu cabelo revolto como o mar
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Anda ver que lindo presente
A aurora trouxe para te prendar
Uma coroa de brilhantes para iluminar
O teu cabelo revolto como o mar
Acorda, menina linda
Anda brincar
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Porque terras de sonho andaste
Que Mundo te recebeu
Que monstro te meteu medo
Que anjo te protegeu
Quem foi o menino que o teu coração prendeu ?
Acorda, menina linda
Anda brincar
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Anda a ver o gato vadio
À caça do pássaro cantor
Vem respirar o perfume
Das amendoeiras em flor
Salta da cama
Anda viver, meu amor
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Jorge Palma
A ti LAI, minha menina linda
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Tuna Fernando Pessoa - dedicado a ti
Mas porque é que a porra dessa música emociona-me sempre pá?
Beijos para a TAUFP
Bocejo do sonho

Atrai-te o beijo, foge-me o olhar
Secretos lábios que me roubaram,
nome sem rosto,
voz sem som,
olhos sem sombra.
Nome distraído no papel abandonado
Um amargo sabor a uva verde cai-me no sono
Acorda-me na mais desvairada hipocrisia do mau pesadelo,
aquele que morou no meu tecto.
Rouba-me,
leva-me nem que seja só os meus lábios
Despe-me pela última vez
E ama-me numa sublime delicadeza brusca
Numa lenta rapidez
Percorre-me o corpo com naturalidade
Se me vires chorar em vez de sorrir
É por me lembrar que é a ultima.
A ultima vez que me roubas,
O beijo e o desejo.
Secretos lábios que me roubaram,
nome sem rosto,
voz sem som,
olhos sem sombra.
Nome distraído no papel abandonado
Um amargo sabor a uva verde cai-me no sono
Acorda-me na mais desvairada hipocrisia do mau pesadelo,
aquele que morou no meu tecto.
Rouba-me,
leva-me nem que seja só os meus lábios
Despe-me pela última vez
E ama-me numa sublime delicadeza brusca
Numa lenta rapidez
Percorre-me o corpo com naturalidade
Se me vires chorar em vez de sorrir
É por me lembrar que é a ultima.
A ultima vez que me roubas,
O beijo e o desejo.
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Foto by guigui da sua janelaNum instante da noite, enquanto o barco entra na maré calma, rompendo a escuridão no mar, parecendo uma estrela caída no mar de tanta luminosidade.
Este instante, o mais vulnerável e mágico da noite, afasta todas as sombras do meu leito e traz-te até mim, numa viagem entre o mar e as estrelas. Neste instante tudo o que escondo, submerge à face da lua.
Este instante, o mais vulnerável e mágico da noite, afasta todas as sombras do meu leito e traz-te até mim, numa viagem entre o mar e as estrelas. Neste instante tudo o que escondo, submerge à face da lua.
Escondo-te a ti… de mim.
E como se de um assalto corrupto que rompe a nostalgia do momento, desferrando os sentidos, interrompendo o voo.
Olhar as dunas dos teus olhos, sentir na face a areia do teu corpo, a areia que o vento me trouxe da tua praia para a minha, guardo o mesmo grão que te tocou outrora e nas dunas dos teus olhos vou-me deitar.
E como se de um assalto corrupto que rompe a nostalgia do momento, desferrando os sentidos, interrompendo o voo.
Olhar as dunas dos teus olhos, sentir na face a areia do teu corpo, a areia que o vento me trouxe da tua praia para a minha, guardo o mesmo grão que te tocou outrora e nas dunas dos teus olhos vou-me deitar.
Caída sobre as raízes que já nem a terra tem lugar para elas, que sobem ao sol florindo timidamente as suas frágeis flores, extenuei-me entre as folhas caídas da nossa árvore:
não durmo, não sonho, não viajo, não penso, nem sei se medito, simplesmente sei que aqui estou e tu também, ousando fazer silêncio e olhar as dunas dos teus olhos.
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