Inventei a dança para me disfarçar
Ébria de solidão eu quis viver
E cobri de gestos a nudez da minha alma
Porque eu era semelhante ás paisagens esperando
E ninguém me podia entender
Sophia de Mello Breyner Andersen
terça-feira, novembro 28, 2006
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2 comentários:
Obrigadopor teres visitado o meu cantinho. Cá estou a retribuir a visita. Aproveito para dizer que gosto muito do teu blog e que tenciono voltar. Abraço!
Arion
Alegra-me saber que gostaste do meu canto, serás sempre bem vindo.
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