Não! Não é verdade, eu não te esqueci, apenas embebedei-me no copo da tua ausência.
Julguei-me sem laço, rompi-me de ti.Mas não te esqueci, não, não é verdade.
Perco-me na calçada da cidade porque não te tenho por perto, quem sou eu sem ti?
Vem me encontrar, preciso de ti.
2 comentários:
Sabem os deuses os rios de álcool que já lá vão... Abraço!
ARION:
:)...Rios e meandros que em cada margem convexa vão erodindo e viagando consigo mais um grão da margem, tornando-o cada vez mais inigualavél...abraço.
Enviar um comentário