Vontade ingénua de voar, de ser Milhafre na falésia da ilha que me prende a raiz mas que faz balançar o corpo, que é tronco. O vento ajuda a voar longe, planar sobre o mar. Pousar num ramo frágil de um troco forte com um ninho de paredes grossa mas de fundo fino.
Água de sal que me conservas a pele quente do basalto negro abrindo o chão e mostrando o coração de um passado fadado.
Terra de corsários, piratas, capitães, condes e barões, mares que escondem histórias jamais conhecidas.
Verde que cobre o delírio de um desassossego ainda hoje desencontrado, verde que brotar tranquilidade trazendo silêncio à lágrima caída, sossegando corações proibidos de amar.
Lagoas alimentadas pela chuva desgraçada que cai triste sobre o betão escondido nas entranhas do violento magma esquecido, instigado a se apagar, obrigado a morrerem para dar a vida.
Oxalá não me entristeça meu fado, adormecido no mar acostado, debaixo das estrelas esquecidas. Anseio pela lua, ela ainda não voltou, espero…
Procuro a fadiga para refúgio, o búzio par ouvinte o mar como conselheiro, um gato assustado para acariciar.
Na tentativa de acalmar o desassossego, solta-me a mão ao cabelo passando na face, quando ouço o som da viola
Procuro e espero, não sei…
Água de sal que me conservas a pele quente do basalto negro abrindo o chão e mostrando o coração de um passado fadado.
Terra de corsários, piratas, capitães, condes e barões, mares que escondem histórias jamais conhecidas.
Verde que cobre o delírio de um desassossego ainda hoje desencontrado, verde que brotar tranquilidade trazendo silêncio à lágrima caída, sossegando corações proibidos de amar.
Lagoas alimentadas pela chuva desgraçada que cai triste sobre o betão escondido nas entranhas do violento magma esquecido, instigado a se apagar, obrigado a morrerem para dar a vida.
Oxalá não me entristeça meu fado, adormecido no mar acostado, debaixo das estrelas esquecidas. Anseio pela lua, ela ainda não voltou, espero…
Procuro a fadiga para refúgio, o búzio par ouvinte o mar como conselheiro, um gato assustado para acariciar.
Na tentativa de acalmar o desassossego, solta-me a mão ao cabelo passando na face, quando ouço o som da viola
Procuro e espero, não sei…
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