Das mais desbravadas mãos, fui buscar o teu toque
afoguei o rosto para não me ver
O meu leito perde lentamente a cor
Escondo de mim as incertezas escritas e recordadas,
E o meu corpo lerdo levanta-se da manhã abafada
ainda com a dor com que se deitou.
Só me resta cruzar-me com a tua voz para que ela se evapore.
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