Vive
Não adianta dizer que vamos ser felizes assim, separados pela distância. E tu, meu amor, sabes bem que não. Eu vou e venho, sou a inconstância no tempo e no espaço, não tenho hora de partida nem hora de chegada. Eu vou para longe e tu ficas…a espera não adianta, não são vidas que queremos para nós.
Guarda os momentos que estivemos juntos, ama-os como eu os vou amar, recordando e fazendo monólogos de ti. Vou lembrar a tua doçura, a tua pele, a tua voz, o teu toque arrepiante, as borboletas que fazias crescer na barriga, o brilho dos teus olhos que me chamavam para te beijar. Quase que te amei, este medo que tenho de te amar, faz com que eu parta sem te dizer…”até já”. Mas confesso, tentaste fazer com que este medo desaparecesse e não foi em vão.
As estrelas são nossas, lembras-te? Fomos nós que lhes demos nome, foram as testemunhas do nosso enamoramento, das conversas, dos nossos silêncios que fazíamos, melodizados pelos grilos que nos cercavam.
Foste a minha loucura, timidez, alegria, o meu ombro, a minha descoberta e minha lágrima, agora, serás uma linda recordação que recordo com ternura.
Guardo tudo o que te pertence, o teu sabor, a tua respiração amena e o teu cheiro singular. Fica meu amor, fica, não lamentes porque vou.
Preciso de ir, como a sereia precisa sempre de voltar ao mar…eu vou, voltarei para um abraço te dar, até lá…vive.
Não adianta dizer que vamos ser felizes assim, separados pela distância. E tu, meu amor, sabes bem que não. Eu vou e venho, sou a inconstância no tempo e no espaço, não tenho hora de partida nem hora de chegada. Eu vou para longe e tu ficas…a espera não adianta, não são vidas que queremos para nós.
Guarda os momentos que estivemos juntos, ama-os como eu os vou amar, recordando e fazendo monólogos de ti. Vou lembrar a tua doçura, a tua pele, a tua voz, o teu toque arrepiante, as borboletas que fazias crescer na barriga, o brilho dos teus olhos que me chamavam para te beijar. Quase que te amei, este medo que tenho de te amar, faz com que eu parta sem te dizer…”até já”. Mas confesso, tentaste fazer com que este medo desaparecesse e não foi em vão.
As estrelas são nossas, lembras-te? Fomos nós que lhes demos nome, foram as testemunhas do nosso enamoramento, das conversas, dos nossos silêncios que fazíamos, melodizados pelos grilos que nos cercavam.
Foste a minha loucura, timidez, alegria, o meu ombro, a minha descoberta e minha lágrima, agora, serás uma linda recordação que recordo com ternura.
Guardo tudo o que te pertence, o teu sabor, a tua respiração amena e o teu cheiro singular. Fica meu amor, fica, não lamentes porque vou.
Preciso de ir, como a sereia precisa sempre de voltar ao mar…eu vou, voltarei para um abraço te dar, até lá…vive.
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